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Logo Agora que a Gente ia ser Feliz

Quando sua filha também se torna vítima da violência do padrasto, Benedita finalmente reúne coragem e denuncia o companheiro. Como medida protetiva, Benedita, sua filha, seu filho mais novo e sua mãe são transferidos para uma Casa Abrigo. 

Nesse ambiente de suspensão, a família convive com outras mulheres vitimizadas e seus filhos. As negociações entre as vítimas, seus traumas e a forma como lidam com eles, bem como a solidariedade e a revelação de novos laços constituem o foco da trama. 

O filme explora o périplo familiar do lar para a Casa Abrigo, sua permanência lá e seu retorno para o domicílio. A volta ao lar é acompanhada pelo temor do retorno do agressor, o qual não se mostra infundado: o agressor ronda a família. Nada parece demovê-lo de seu desejo de ser aceito novamente por Benedita. O desfecho sugere que não há uma solução trivial para o problema, haja vista a própria falta de uma resposta para esta e outras formas brutais de violência no país.

 

Longa metragem de ficção, digital, 90 min.
Fase atual: captação de recursos para produção.